Conflito do século XXI: por que os casamentos se tornaram descartáveis?
Enviada em 17/09/2022
A Constituição federal de 1988, atráves do incremento dos direitos de terceira geração, visa garantir o fortalecimento das relações interpessoais. Todavia, não é isso o que ocorre na relalidade, uma vez que a cada ano os casamentos estão se tornando mais banais e propensos aos divórcios do que em qualquer outra época da história. Desse modo, cabe debater como a criação de leis misândricas e ausência de propagandas por parte da mídia contibruem com essa problemática.
De início, deve-se destacar que as leis que se vinculam ao casamento, na maioria das vezes, favorecem exclusivamente o gênero feminino. Segundo uma pesquisa feita pelo portal G1, sete em cada dez mulheres disseram que, devido a separação de bens após o fim do ato conjugal, é mais vantajoso terminar a relação do que insisitr no atual parceiro. Ademais, ao promover essas vantagens para as mulheres se casarem e depois pedirem o desquite, O Estado enfraquece os laços matrimoniais e favorece o surgimento de uma nova forma de busca por ganho patrimonial. Dessarte, ganho de pensões e posses fazem com que saltar do barco na primeira crise seja mais lógico do que tentar consertá-lo.
Outrossim, vale ressaltar que a mídia possui um papel fundamental quando se trata de moldar o comportamento das massas. De acordo com o sociológo Theodor Adorno, as empresas de comunicação detém a capacidade de fazer o seu público aderir a certas atitudades por meio de táticas e mais táticas de persuasão. Assim, ao não utilizarem seu poder para mostar a população que existem crises na relção e que essas devem ser enfrentadas, estas contribuem para que as pessoas pulem de um casamento para outro em busca de um ideal inalcançável.
Portanto, para que essa probemática seja superada, medidas precisam ser tomadas. Para tanto, o Ministério da Família, em parceria com a mídia, deve fomentar para a criação de situações que encoragem a busca pela perpetuação do casamento. Isso pode ser feito por meio da destinação de verba pública para a realização de campanhas que tragam uma imagem mais realista sobre o ato matrimonial, trazendo consigo também os problemas e como enfrentá-los, além de alterar leis que estimulem casar por ganhos econômicos. Somente assim a Constituição Cidadã será respeitada e a Instituição da familiar fortalecida.