Consequências da discriminação no ambiente político no Brasil

Enviada em 04/07/2023

Adouls Huxley defende: “Um fato não deixa de existir só porque são ignorados”. Tal perspectiva reflete na discriminação no ambiente político no Brasil, que como consequências ferem a dignidade humana, transformando o ambiente político brasileiro em um espaço uniforme, e o reforço de esteriótipos e preconceitos.

Em primeiro plano, existe a falta de maior participação de grupos minoritários, mulheres e pessoas negras na política brasileira, composta por menos de 25% de mulheres e negros, segundo o G1. Isso demonstra a falta de representatividade brasileira na organização política que projeta, organiza e configura a vida dos cidadões. Assim, é posto que essa dignidade e igualdade humana emanada pelo artigo 5º da Constituição Federal, não parece se conduzir de maneira eficaz.

Além disso, há um reforço de preconceitos que são gerados pela falta de diferenciação nesse ambiente. Segundo o IBGE, mais da metade da população brasileira são pessoas negras, mas que demonstra não refletir em cargos de caratér político, dentre outros cargos ocupados essencialmente por maioria de pessoas brancas. Assim se reforça os esteriótipos e preconceitos, causados pela uniformidade e discriminação no ambiente político.

Portanto, é imprescindível a inclusão de grupos políticos minoritários nas publicações socioeducativas criadas a partir dos Ministérios, em especial o Ministério da Igualdade Racial e o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, e a formação de medidas limitantes baseado em quantidade mínima acerca desses grupos, criado pelos Deputados e Senadores, para a redução da discriminação política no Brasil.