Consequências da discriminação no ambiente político no Brasil
Enviada em 28/07/2023
Em seu livro “Utopia”, Thomas Moore revela uma sociedade onde não há impasses e o acesso aos recursos oferecidos é garantido às pessoas de modo igualitário. Porém, diferente da obra, a população vigente está longe da resolução de todos os seus entraves. Desse modo, as dificuldades sociais e econômicas acabam acarretando discriminação no âmbito governamental. Por isso, a falta de políticas públicas visando a inclusão no campo político somado à propagação de discursos preconceituosos, o problema é acentuado no país.
Outrossim, a ausência de projetos para inclusão no campo político reforça a gravidade do cenário. Assim, conforme a ideia do pensador Franciet Luck “o Estado deve servir e atender seu povo, não por ser bom, mas por ser o seu dever”, um governo excludente não permite a evolução do seu país e deixa o corpo social rebaixado nos âmbitos da cidadania.
Destarte, a propagação de discursos preconceituosos é produto de fortes influências europeias, que desprezam culturas e povos de nações não referentes às suas, o que acaba gerando receio de mobilizar ações por parte dos cidadãos menosprezados. Logo, conforme a pesquisa da estudante Carla whist 865 de 2000 entrevistados alega ter sofrido mais casos de racismo ou xenofobia entre os anos de 2019 e 2021.
Portanto, faz-se imprescindível a tomada de iniciativas que busquem sanar as problemáticas causadas pela exclusão no campo político, cabe ao Ministério de Educação, responsável pelas questões educacionais no país juntamente com o Poder Judiciário, promover seminários e simpósios para toda a população a fim de encorajar a participação em projetos políticos e também a execução rígida das leis contra preconceito para sanar a prática. Dessa forma, a realidade apresentada em “Utopia” será vivida verdadeiramente no Brasil, trazendo satisfação todo o corpo social.