Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 17/07/2020

Hannah Arendt disse: “Poder e violência são opostos; onde um domina absolutamente, o outro está ausente”. Esse pensamento, torna-se notório na sociedade brasileira, visto que muitos procuram informações através dos noticiários. Percebe-se que a espetacularização da violência pela mídia brasileira se tornou algo sério, como processos de exclusão, desigualdade social. Nesse caso medidas devem ser tomadas para combater o seguimento dessa prática a população

Por conseguinte, para Karl Marx “A violência seria resultante das lutas de classes, fruto das contradições das conquistas da modernidade e do capitalismo”, vive-se hoje uma mídia seletiva, com a obsessiva exploração pela violência em exposição para o público, e isso pode interferir na postura comportamental e nas relações sociais. O autor Marcos Silvio de Santana, afirmou"A mídia deve ser passaporte para  inclusão social, promotora da educação em valores"

Surgeon General, autoridade máxima da saúde pública dos Estados Unidos afirmava “A violência na televisão realmente tem efeitos adversos em certos membros da nossa sociedade”. É clara a exposição de crianças á violência exibida pela mídia, e o desenvolvimento do comportamento agressivo, trazendo um péssimo convívio familiar

Diante o exposto, é necessário que medidas precisam ser tomadas, para proteger os indivíduos. Pra isso é importante: palestras na escolas, meios de propagandas e anúncios nos jornais e motivar o indivíduo na mudança de atitudes que fortaleça o caráter,  promova a tolerância em relação á família. E com isso a mídia violenta consiga ser reduzida