Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 14/03/2020

De acordo com a Constituição Federal Brasileira de 1988, todos tem direito a liberdade de expressão, não importa qual o tipo do meio de comunicação. Nesse contexto, não há dúvidas de que as consequências da exposição da violência pela mídia, é um desafio para o nosso país e que os cercam. Nesse sentido, convém analisarmos os principais efeitos de tal postura para a nossa sociedade.

Convém ressaltar, a princípio, que a ausência de fiscalização do Estado em relação aos conteúdos midiáticas é um fator determinante para a permanência do problema. Segundo Confúcio, pensador chinês, não corrigir nossas falhas é o mesmo, que cometer novos erros. Diante desse contexto, é necessário medidas cabíveis por parte dos governantes para solucionar essa questão inaceitável.

Outrossim, é importante salientar que os conteúdos violentos que são transmitidos nas mídias, influenciam de uma certa forma a sociedade, deixando-a reféns do medo e com a sensação de insegurança de sair das suas próprias casas. De acordo com Carlos Eduardo, Defensor Público do Estado do Espírito Santo, o exercício de todos os atos da vida civil nesse país, do lazer ao trabalho, é condicionado e permeado pelo medo. Logo, é preciso uma intervenção para que essa inaceitável questão seja modificada para que as futuras gerações não sejam afetadas diante dessa problemática.

Portanto, medidas são indispensáveis para a solução dos problemas. O Estado junto com os colaboradores da mídia social, criem programas sócio-educativas nas escolas e nas redes televisivas contra quaisquer tipo de violência imposta e que os meios de comunicação, capacitem seus expectadores a fazerem suas próprias escolhas, para não serem  influenciado pela fúria e pela maldade que rodeiam o nosso país.