Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 27/03/2020

As mídias brasileiras de modo geral deveriam transmitir reportagens, mensagens com intuito informativo e ao mesmo tempo de conscientização da população. Entretanto, os compartilhamentos nem sempre chegam ao receptor da forma adequada e realmente verídica, assim como na antiga brincadeira do “telefone sem fio”. Visto que, o indivíduo que recebe a informação está sujeito a ter diferentes tipos de emoções, o levando a pratica de atos de acordo com seus sentimentos.

Diante desse contexto, as mídias funcionam como um “telefone sem fio”. Isto é, consiste em uma pessoa passar uma mensagem a outra e assim por diante. Conforme, a informação é repassada, a mesma vai sofrendo alterações de acordo com a interpretação de cada um. Do mesmo modo, acontece com as redes sociais uma vez que ao compartilhar informações, sem ao menos pesquisar sobre o assunto, influenciam pessoas a tomar atitudes desnecessárias.

Além disso, de acordo com a “teoria da comunicação” existe um emissor que transmite uma mensagem, e um receptor que a interpreta de acordo com seus conhecimentos. Porém, quando há uma falha na transmissão da mensagem o receptor tem um leque de interpretações. Certamente, irá de acordo com a que lhe convém. Por exemplo, uma vez que um indivíduo recebe e assiste a um video de uma pessoa cometendo suicídio, e o modo como isso foi feito, poderá encoraja-lo a fazer o mesmo.

A medida que, as consequências vão tomando proporção exarcebada é necessário que haja mudanças. Cabe ao ministério da república tomar atitudes para regulação das mídias brasileiras, e até mesmo a conscientização da mesma, pois é dever social e político a preservação da individualidade. Afim, de criar uma especularização positiva. Desse modo, a realidade das mídias distanciam-se daquilo que é apenas uma brincadeira de criança.