Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 21/03/2020
De acordo com o romancista irlandês Georg Bernard, o progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar suas idéias e ações não conseguem progredir. Nesse hiato, esse pensamento, embora correto, não é concretizado no hodierno cenário brasileiro, pois as consequências da espetacularização da violência pelos meios de comunicação carece de mudanças, já que não contribui para o desenvolvimento da sociedade, dificultando ainda mais a consumação dos pensamentos de Bernard. Isso ocorre, ora pela hesitação governamental, ora pelo despreparo civil por volta desse contexto.
Mormente, é importante salientar o absentismo governamental para o combate das consequências do excesso de espetacularidade da mídia no Brasil. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Tal fato se reflete não só nos escassos investimentos estatais em leis que respeitem o entrevistado, como também em recursos protecionistas ao abuso e excesso midiático ao relatar acontecimentos trágicos e violentos, medidas estas que evitaria falibilidade ao desenvolvimento da sociedade, tornando o ambiente social mais eufônico, e devido à falta de interesse dos órgãos detentores do poder, isso não é firmado.
Ademais, outro ponto relevante nessa temática, é o despreparo civil acerca da problemática, pois não houve instrução na integra, impossibilitando o acesso ao conhecimento de causa, retardando ainda mais a luta pelo desenvolvimento. De acordo com o site jus.com.br., a mídia, embora exerça um papel importante na sociedade, deve-se atentar as publicações sensacionalistas que influenciam negativamente o ouvinte, comprovam tanto a mazela, quanto à falta de compreensão das pessoas ao redor do contexto. Desse modo, uma mudança nos preceitos sociais será importante para resolver o impasse.
Depreende-se, portanto, que medidas serão necessárias para resolver o excesso apelativo midiático ao redor das informações. Destarte, o Estado, aliado á prefeituras municipais, por meio de verbas governamentais, deve promover não apenas campanhas educacionais para instrução, capacitação e aprendizado dos cidadãos acerca de como evitar notícias inerente ao seu conhecimento, como também palestras e programas sociais em centros culturais das pequenas e grandes cidades , com participação de profissionais da área da jornalística e representantes do governo legislativo, em virtude de uma melhor assistência estatal, a fim de englobar todos á etiologia e minimizar a inadimplência midiática. Somente assim, aniquilar gradativamente os impactos negativos da falta de equidade e buscar o tão sonhado progresso de George B.