Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 17/04/2020
Antes de tudo, falar sobre as repercussões das notícias é de extrema importância para entender o impacto causado pelos jornalistas, com seus jeitos de ir atrás de fontes, as vezes é visto de outra forma. Logo, repercutindo cada vez mais. Desse modo, precisa-se entender o que se passa com os repórters em tal situação, qual são os seus limites?
À medida que os fatos vão acontecendo, jornalistas precisam procurar informações para formar sua notícia, sendo esse seu trabalho, fazem o possível e o impossível. Nota-se que a fissura por grandes reportagens, faz com que eles sejam, ás vezes, invasivos, entrando na intimidade das pessoas envolvidas. Mas se isso é o trabalho deles, o que pode ser feito? Creio que se colocar no lugar do outro, entender a situação como um todo. Logo, ter empatia é fundamental para respeitar o espaço do entrevistado ou até a vítima que a notícia foi baseada.
Atualmente, os jornais transmitidos por canais abertos na televisão tem uma grande audiência, pelo simples fato de que as notícias estão cada vez mais atraentes e chamativas para ter a atenção do telespectador. Isto é, encontraram uma forma que obteve um grande sucesso, acham que este é o jeito que conseguem atingir um grande número de “curiosos” e, dessa forma, tornar-se rotina, costume. Assim, deve-se ser impostos alguns limites para não sair do formal e acabar tornando-se algo não saudável e desconfortável para o entrevistado, sendo as vezes familiar de alguém que faleceu, um amigo ou pessoa próxima.
Portanto, os jornalistas poderiam estudar mais os casos e obter um jeito menos hostil de produzir um conteúdo para uma rede nacional de televisão e, as vezes, de internet. Bem como respeitar o próximo é essencial, há inúmeras situações delicadas a serem vistas, que eles transparecem confiança e empatia para todos.