Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 25/03/2020
“A nova fonte de poder não é o dinheiro nas mãos de poucos, mas a informação nas mãos de muitos”. John Naisbitt, de forma indireta ele reforça o poder das noticias inflamadas pelos meios de comunicação, sejam elas pelo jornalismo ou pelas redes sociais. De certo modo, no Brasil a disseminação da espetacularização da violência pela mídia, trás consequências e que possui um enorme impacto na sociedade, levando à inúmeras vezes a formação de bolhas sociais além disso, proporciona a alienação social e alimenta a propagação de ódio no país.
Diante de uma grande era tecnológica que vivemos pelo mundo, os meios de propagação da noticias são incontáveis. Contudo, existe ondas de notícias sem embasamentos alastrando-se de forma negativa na sociedade (fake news). Que tem o intuito de, fortalecer as bolhas sociais formadas pelas mídias a fim de, provocar instabilidade política no país.
O Brasil tem 70% da população que possui disponibilidade das redes sociais a seu favor e 30% tem como veículo de informação a tv e as rádios, segundo g1 noticias. Dessa forma, permite que 1/3 da população fique a merce das noticias premeditadas e a opinião pré-formada da mídia.
Essa alienação social promove o anseio de justiça com as próprias mãos permitindo que a violência cresça de forma progressiva e contínua no país. Indiretamente essa espetacularização da mídia promove banalização da vida no dia a dia da sociedade a fim de, expor a ineficácia do sistema judiciário no país. Contudo, não é a inutilidade do sistema e sim, o método de concretizar o cumprimento da lei.
Portanto, é necessário a criação de um programa que visa a conscientização em modo geral, sobre a verdade por trás da noticia que é relatada em mídia nacional. De modo que, o Governo Federal esteja a par dos acontecimentos e que de certo modo, atualize o cidadão por meio de notas oficiais por todos os meios de comunicação. Com intuito de, expor de forma coerente a transparência da posição do Governo em relação aos direitos humanos e as leis regentes na legislação do nosso país.