Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 29/03/2020

Segundo Karl Marx, “Só se transmite aquilo que a classe dominante deseja”. Para o sociólogo, é nítido observar que grande parte dos conteúdos midiáticos é voltado para a chamada “audiência”. Sobre tal ótica, a maioria dos conteúdos relatados pela mídia não só são transmitidos de maneiras errôneas, mas também de forma parcial. Diante dos fatos supracitados, toma-se fundamental a discussão desses aspectos a respeito das consequências da espetacularização da mídia brasileira.

Em primeiro plano, é importante analisarmos que a mídia é de grande importância para a sociedade, é por meio dela que o povo se informa e desenvolve a capacidade de reflexão, no entanto as consequências dos conteúdos midiáticos serem transmitidos instantaneamente geram uma grande ruptura desse meio. Nessa perspectiva, naturalmente, a busca por uma “notícia de primeira mão” sem serem previamente analisadas, muita das vezes, geram diversas consequências para a sociedade canarinha, sendo alvo de notícias que desviam do verdadeiro, pela mesma razão da lógica Marxista.

Tendo em vista a problemática debatida, os conteúdos midiáticos não conseguem ser totalmente imparcial, e ainda, a espetacularização de conteúdos que tangenciam do verdadeiro acabam ridicularizando o que realmente ocorre. Além disso, a impressa, sem consciência, inferem na privacidade, com o intuito por busca de espectadores, sem importar com a consequência do ato. Fica claro, então, que medidas devem ser tomadas de modo a evitar esse tipo espetacularização.

Dessa maneira, devemos nos posicionar diante do supracitado. Depreende-se, portanto, que o governo junto com empresários e em parceria com influenciadores digitais, alertem a população de modo que conscientizem sobre tal prática midiática, também desenvolvam projetos nas escolas para que os alunos desenvolvam a capacidade de reflexão e criticidade para que não sejam influenciados pelos conteúdos “errôneos” espetacularizados.