Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 31/03/2020

No período da Segunda Guerra Mundial, a partir de propagandas, se estimulava crescentemente mais a violência para o mundo. Gerando uma banalização das vidas inseridas nessa ótica áspera. Ao observar o cenário atual, é possível enxergar que a mídia brasileira ainda se encarrega de levar a violência como espetáculo. Acarretando em maiores traumas para as vítimas e um crescente incentivo de mais hostilidade por entre a população. Portanto, torna-se necessário resolver o impasse.

Em uma primeira instância, é evidente que a espetacularização deste  problema social brasileiro resulta em graves sequelas para com as vítimas. A busca da massa midiática por audiência em cima da dor alheia reflete o quanto a sanidade humana é posta em segundo plano, visto que a necessidade por um entretenimento brutal banaliza o próximo, e muitas vitimas se veem em uma maior profundidade de traumas que poderiam ser evitadas.

Ademais, vale destacar que os meios de difusão de informações ocasionam em um estímulo de mais crueldade. Pois, leva uma sociedade a trivializar a barbárie.Nesse sentido,se torna evidente o quanto as teorias durkheimianas sobre a consciência coletiva se encaixam na contemporaneidade. Dado que os veículos de comunicação fomentam notícias com mais viés hostil e por consequência acarretam em um poder coercitivo que gera em uma repulsa comunitária e às vezes até levando o indivíduo a praticar violência como intermédio de finalidade desse ciclo. Entretanto,acaba alimentando mais essa perspectiva de brutalidade.

Diante do exposto, se mostra demasiado necessário medidas para mudar a realidade brasileira. Portanto, o Poder Legislativo deve, a partir de  implementações de leis, impedir que a mídia continue a fortemente espetacularização  da violência em prol de audiência. Dessa maneira, não mais será levada como entretenimento, e haverá menores sequelas no que tange a consciência coletiva e os traumas provocados na parcela social.