Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 01/04/2020

A mídia traduz-se em um dos principais meios pela procura de informação, porém ela vem mostrando-se sensacionalista com relação aos casos de violência. Podendo transparecer atributos como: escassez empática, empáfia, linguagem equivocada, conhecimento errôneo e avidez por audiência.

A violência cresce a cada dia no Brasil, tornando-se difícil evitar comentários. Decorrente a isso é importante expor uma matéria abundante de dados confiáveis, sem ficções e ganância pela audiência. Os casos que são divulgados apresentam uma notória despreocupação com o sentimento do outro, focando apenas em desencadear sentimentos no telespectador (sejam eles empatia, fúria, etc) para ele não sair da sala.

Os meios de difusão de informação utilizam métodos errôneos com intuito de fixar o público geral na tela, usando para isso referências rápidas e em primeira mão, ocasionando uma sensação de credibilidade, mas muitas vezes essas informações ainda estão em andamento ou encaminharam-se recentemente. Influenciando por vezes uma visão ruim sobre o caso de agressão por exemplo, gerando preconceitos sob o conhecimento adquirido.

Portanto, deve-se esclarecer corretamente um ato de violência, com dados aprovados no tempo certo, sem espetáculo, concebendo uma interpretação correta dos fatos sem preconcebimentos a favor do agressor ou vítima. A fim de enrijecer e evitar esse problema, é obrigatório a realização de conscientizações contra sensacionalismo da violência e uma punição aos meios de comunicação que fizerem isso com intenção de benefício próprio, garantindo dessa forma uma melhor confiabilidade.