Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 03/04/2020

Segundo o site G1, o índice de violência no Brasil registrou queda de 22% em 9 meses, contudo o obstáculo da agressão pública ainda é um fato social emergente. Além disso, nota-se como a mídia faz um papel crucial de divulgação, mas é necessário atenção, visto que nem todas as informações são verídicas. Dessa forma, com a grande aliança com mídias brasileiras, é ressaltada a banalização da violência e também o uso de redes sociais para julgamento público.

Nesse sentido, à medida que a mídia serve para alertar a população com as notícias, também expõe as vítimas de maneira pejorativa. De acordo com a NEV (Núcleo de Estudos da Violência), a violência em si não está sendo banalizada, mas a vida sim, já que a condição moral das pessoas é afetada negativamente.

Outrossim, por exemplo, os programas televisivos, sendo os meios de comunicação em massa, são obrigados a elevar o conceito civilizatório, e não a propagar os recursos violentos. Logo, é visto como a programação midiática impõe a violência como solução para as mazelas sociais, como o preconceito ou a defesa dos cidadãos.

Portando, a SECOM (Secretaria Especial de Comunicação Social) deve fiscalizar as redes sociais do país, por meio de análises feitas nas matérias jornalísticas sobre a violência antes de serem divulgadas. Ademais, para que os índices de agressão diminuam ainda mais no Brasil, o Ministério de Segurança Pública deve criar projetos integrais para maior proteção nas ruas, através do oferecimento de cursos preparatórios para guardas, a fim de que a violência seja reduzida, não tendo assim, o que ser especulado pela mídia brasileira e tendo mais segurança para a população.