Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 07/04/2020
Instituições antigas, como a igreja, controlavam a forma de pensar do povo sob uma discurso ditatorial carregado de senso comum. Com a revolução industrial, os meios de comunicação em massa mudam, gerando uma propagação mais célere e em grade escala.
A mídia tem o poder de persuasão do espectador por meio de seus canais transmissores, no entanto a forma como é retratada a violência, influência o público a crueldade e a banalização da vida.
Em 2010 houve uma transmissão ao vivo nas televisões brasileiras, onde o complexo do Alemão estava em guerra com a polícia, ocasionando morte de diversas pessoas. Devido a esse tipo de notícia em rede aberta e a lentidão da justiça, causa um efeito de impunidade, gerando ódio na população. Conforme o ideário de Wesley D’amico ele afirma “É fácil perder o amor a vida, quando se come muita informação estragada”, na frase é passível de reflexão sobre a banalização da vida, que apenas viram estatísticas e a veiculação de informação sem perícia.
Mediante aos fatos expostos cabe ao ministério da comunicação vistoriar as notícias de forma inteligente, para que não haja censura e nem estimule a violência. Por fim o filósofo Sartre deixou seu legado de suma importância sobre o tema “A violência seja qual for a maneira que for manifestada, é uma derrota”.