Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 18/05/2020

A dez anos atrás o “caso Eloá” foi um caso que chamou a atenção das mídias e da sociedade brasileira, e que mostrou a disputa de audiência pelas redes de televisão. Felizmente, essa é a realidade no qual até hoje muitos presenciam e a mídia faz questão de mostra, invadido a privacidade do cidadão ou interferindo no trabalho da polícia em busca de audiência.  Sob esses aspectos convém analisar, as principais consequências desse impasse.

Em primeiro plano,  evidência- se que a violência que acontece constantemente no país algumas acabam chamando atenção como o de Suzane von Richthofen, o caso da jovem que  matou os pais em uma mansão em São Paulo, causou indignidade de muitos. Por isso, chamando atenção da mídia que por vez começou a especular o caso tentando descobrir o que aconteceu para trazer audiência para a emissora e  não respeitando o trabalho da polícia.

Outrossim, a vítima, família e amigos são esposto na tv como forma que comova a população no que irá trazer mais pessoas para ver o programa  e isso é muito disputado entre as emissoras que muitas vezes não param pra pensar como está afetando os parentes ou a dor que o mesmo tá sentido. Em síntese, mostra a forma que a mídia trata a  mídia especula a violência em busca de entretenimento é lamentável.

Portanto, medidas necessárias devem ser tomadas o Ministério da justiça com a finalidade de combater esse modo que os jornais e programas de televisão fazem. Por meio, de uma lei que proiba que mostre fotos ou nomes da vítima e familiares sem a autorização da família e não possa interferir nos casos da polícia. Dessa forma, mantendo a privacidade do indivíduo e das pessoas ao redor dele.