Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 30/06/2020
Desde os primórdios da humanidade, as mídias e notícias tem um grande poder no comportamento de outras pessoas, como a manipulação usada por Adolf Hitler ou a omissão de acontecimentos e ideias durante a Idade Média. Entretanto, a espetacularização da violência pela imprensa brasileira é um grande problema, visto que pode ser usado para manipular pessoas e pode causar a desinformação. Nessa perspectiva, medidas são necessárias para evitar a falta de ética nas informações do Brasil.
Primeiramente, é importante salientar o papel da mídia na manipulação e controle de pessoas. Uma vez que, Adolf Hitler, ditador alemão, ao chegar ao poder no ano de 1934, manipulou os cidadãos da Alemanha gerando um pensamento de ódio contra judeus e outras minorias, causando a morte de 6 milhões deles e a guerra com mais mortes na história, a Segunda Guerra Mundial. Nesse espectro, pode-se concluir o poder da imprensa e o que notícias que não são exclusivamente verdadeiras podem causar.
É importante, ainda, evidenciar que a espetacularização da mídia pode gerar a desinformação na população. Posto que, durante a Idade Média, entre o século V e o século XV d.C., a igreja católica omitiu diversas informações e acontecimentos das pessoas, dizendo que todos aqueles atos eram permissão divina e executando e punindo aqueles que discordassem. Além disso, muitas vezes ocorre de grandes redes de comunicação divulgarem dados incorretos, como o G1, portal de notícias, divulgar a aprovação da “Cura Gay” pela câmara. Nessa conjuntura, pelos dados supracitados, é racional deduzir os problemas que a ausência de ética na imprensa e a correta conferência sobre a fonte de dados pode causar.
Portanto, infere-se que medidas são necessárias para solucionar o problema. Por isso, cabe ao Poder Legislativo elaborar leis que diminuam a espetacularização da mídia, por meio de regras que obriguem o uso de dados confiáveis e informações corretas, além de evitar a divulgação de pensamentos totalitários e outras ideias que aumentem a desinformação, a fim de que aumente a ética na divulgação das notícias pela imprensa.