Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 07/07/2020

No caso “Miguel”, cujo menino de 5 anos que morreu ao cair do 7° andar, percebemos um exemplo em que a mídia extrapola em exibições numerosas em seus programas de telejornais a dor alheia. Consequentemente banalizando os sentimentos e expondo a violência como algo normal.

Os jornalistas cada vez mais competitivos em busca de oferecer a notícia de primeira mão, que acabam oferecendo uma matéria pouco planejada, sem conteúdo, fazendo assim uma super espetacularização da notícia de violência e sem considerar os fatos relevantes e realmente importantes que ocasionaram o desfecho. Isto vem de encontro ao artigo publicado por Carolina Fagundes, no site da Universidade Federal de Juiz de Fora, que trata sobre “O comportamento da mídia em situações de crise”.

Por conseguinte, a banalização da violência é consequência espetáculo pelas mídias, que com seus hora rios nobres, e com tempo demasiadamente logo, para tratar deste tema que possui altos índices de violência diárias apresentam ao telespectador como algo normal, comum e rotineiro, influenciando as pessoas a acostumarem com esse tipo de notícia.Desse modo a violência acaba sendo pauta fixa em todos os turnos que apresentam esse tipo de programa. A banalização do tema acaba por inverter o que é certo ou errado.

Portanto, a especularização da violência da tem péssimas consequências e, contudo faz-se necessário informar ao publico também telefones e lugares que forneçam apoio psicológico e expliquem a importância de tal apoio. Enfim os jornais devem noticiar com veracidade, evitando ao máximo que tragédias se tornem espetáculos.