Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 17/08/2020
No passado por volta de 27 a.C até 476 d.C que foi o período do Império Romano era muito comum batalhas no Coliseu, a violência era vista como entretenimento. Não apenas nos séculos anteriores como na contemporaneidade a violência é explicita, está em todos os lugares e a qualquer momento.
Em virtude dos veículos de mídia estarem sempre atrás de audiência, fatos alarmantes são sempre uma ótima aposta para se conseguir números, usando o sensacionalismo muito comum em telejornais para expor notícias sobre violência e espetacularização, podendo trazer consequências graves para a sociedade, que é vista como a plateia desse cenário problemático. Em virtude do instinto de autodefesa, o indivíduo fica cada vez mais insensível e violento perante a sociedade, já que é um tábua rasa, segundo o filósofo Grego Aristóteles.
Como se não bastasse uma população agressiva, outras consequências também são alarmantes, como pode ser citado doenças psicológicas, como por exemplo: ansiedade, depressão (O mal do século, a expressão que surgiu no século XIX através dos poetas Românticos e que ainda é tão evidente). Sem dúvidas essas notícias podem piorar a situação daqueles que sofrem de problemas psicológicos, uma vez que se da ênfase e acaba se tornando algo comum de se ver.
Dessa forma fica claro que tais fatos de violência apresentados a qualquer hora do dia e em diversos meios de comunicação deixam a população vulnerável psicologicamente e fisicamente. Assim cabe a mídia também divulgar ao público telefones e lugares regionais que fornecem apoio psicológico gratuito e também explicar a importância de tal apoio. Além disso devesse fazer notas de repúdios em todas as matérias de violência, deixando claro que tais atos são extremamente desprezáveis.