Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 16/09/2020
Durante o Império Romano, período marcado pelo surgimento do Coliseu, a violência era vista como forma de entretenimento por parte da população. Atualmente, vê-se a espetacularização de notícias violentas pela mídia como uma forma de prender o telespectador e causar ainda mais polêmicas sobre devidas situações noticiadas no Brasil. Portanto, destaca-se o aumento do número de casos de doenças mentais, como a ansiedade, além da propagação de informações equívocas e falsas.
Em primeiro lugar, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de mais de 10 milhões de indivíduos sofrem com algum tipo de transtorno de ansiedade no Brasil. Paralelo a isso, graças à espetacularização de notícias, que é vista como uma platéia para esse cenário problemático, pessoas desenvolvem transtornos mentais e fobias sociais, as prejudicando de terem uma vida saudável. Além disso, idosos expostos a esse tipo de informação, podem se sentir-se sobrecarregados e desenvolverem depressão.
Ademais, é inegável dizer que a violência não existe, entretanto, principalmente na atualidade, ela tem ocupado um grande espaço considerável nos veículos mediatários do Brasil, aumentando-se por meio de especulações, a fim de polemizar os noticiários. Dessa forma, tem-se o exemplo das “fakes news”, ou seja, notícias falaciosas espalhadas pela mídia, com o intuito de propagar e dar “iphobe”.
Evidência-se, assim, que a espetacularização da violência tem consequências ruins. o Ministério da Saúde, deve informar ao público telefones e lugares regionais que fornecem apoio psicológico gratuito para as pessoas afetadas pela disseminação de informações “pesadas” e também explicar a importância de tal apoio, evitando ao máximo que sejam prejudicadas. Desse modo, o Brasil poderá mudar o seu destino positivamente em relação às consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira.