Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira

Enviada em 20/10/2020

A Constituição Federal, de 1988, prevê a todos os cidadãos o direito à saúde, segurança e a privacidade. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização do Estado permitiu a espetacularização exacerbada da violência pela mídia brasileira, o que é uma afronta direta a condição humana. Nesse sentido, convém a análise das principais causas e possível medida relacionada a essa problemática.

Como primeira causa desse fator, nota-se o aumento de mortes e da violência no Brasil. De acordo com o pensador Iluminista John Locke, o Estado tem o dever de expandir e proteger o direito a todos os cidadãos, contudo, ao analisar o alto índice de mortes percebe-se que o Governo negligencia a garantia a segurança. É inaceitável um país com alta taxa de tributos o Estado brasileiro não promova políticas necessárias de segurança a sua população.

Além, da mídia que usa o alto índice de mortes e homicídios no país, para aumentar a audiência. De acordo com o pensador prussiano Friedrich Schiller, A violência é sempre terrível mesmo quando a causa é justa. Nesse sentido, o uso do numero de óbitos por meio dos veículos de informação torna o ato banal e comum no Brasil.

Portanto, para que as prescrições constitucionais não sejam apenas teóricas, mas se tornem medidas práticas, é necessária a atuação mais engajada do Estado. Assim, o Governo Federal deve promover políticas de aumento de segurança, por meio do Ministério da Justiça, com políticas de rondas efetivas em bairros que tem maiores porcentagens de criminalidade e homicídio, com isso, haverá uma diminuição na proporção de mortos e violência no país.