Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 21/12/2020
No século XX, o governo soviético demonstrou a necessidade em controlar as massas de maneira que suas agendas totalitárias sejam aceitas como moderadas e que seus verdadeiros inimigos sejam considerados maus. Para que isso ocorrece, a mídia foi bem aparelhada para manipular a visão de violência no consciente social. O lema da manobra foi “Acuse-o do que tú faz, chame-o do que tú és”. Sabendo disso, convém analisar, como a imprenssa brasileira com a classe política consegue agir de forma semelhante.
Segundo o pensador marxista Antonio Gramsci, “A conquista do poder cultural é prévia à do poder político, isto se consegue mediante a ação dos intelectuais infiltrados em meios de comunicação”. Portanto, é evidente como há intenções políticas por trás do que é veiculado na mídia. Outrossim, o mecanismo de controle das massas via mídia é amplamente utilizada por governos estatistas para alienalas e não se revoltarem contra o Estado.
Frente a esse panorama, nos útimos anos, a imprensa tem rotulado atos como “democraticos” ou “antidemocráticos”. Nessa perscpectiva, o povo saberia dissertar o que é o que não é democrático ao comparar cada ação. Porém, sob esta óptica, manifestações com ataques explícitos à religiosidade alheia através de performances supostamente artísticas são tratados como “democráticos”. Para além, a mídia as explica também pela justificativa da liberdade de expressção e expressão cidadã para esconder a violência contra a fé a ser espetacularizada.
Em conclusão, ratifica-se a tese Gramsciniana do espetacularizar a violência sob fins de controle social. Faz-se preemente, pois, que a sociedade civil, utilize maioe alternativos de comunicação como internet paradivulgar amplamente direitos de resposta e expor viesses conservadores dos atos considerados violentos. Concomitantemente, denunciar juricidamente crimes de calúnia, intolerância. Por finalidade, tais medidas combaterão o aparelhamento da mídia tradicional.