Consequências da espetacularização da violência pela mídia brasileira
Enviada em 29/12/2020
O jornalismo brasileiro busca freneticamente à audiência de seu público, com isso eles utilizam notícias das quais possam comover a população. Visto que as consequências das especulações pela mídia são imensas, os jornais não possuem medo de utilizá-las. Portanto a imprensa se tornou um “gatilho” para o aumento da violência entre a comunidade.
Em primeira análise podemos citar que o lixamento se agrava mais a cada dia, pois as pessoas veêm jornais sensasionalistas que as induzem a ter um sentimento de injustiça diante dos casos noticiados. Em virtude disso gupos de pessoas se reunem para fazer justiça com as próprias mãos, assim como no caso em que a dona de casa Fabiane Maria de Jesus foi morta após ser confundida com uma sequestradora de crianças.
Em segunda análise o jornalismo tem como função induzir as pessoas desde à época da Alemanha Nazista, da qual Hitler utilizava os meios de comunicação para que as pessoas acreditassem em suas ideologias. Por isso os noticiários nacionais não estão muito longe disso, porquê a forma com que eles manipulam suas notícias para provocar raiva e indignação nas pessoas é de certa forma semelhante ao do período anteriormente citado, pois se os os jornais receberem a audiência que eles almejam, é apenas o que importa.
Em decorrência disso, o Congresso Nacional deve promover uma Assembleia Legislativa para a aprovação de uma lei que proiba o jornalismo sensacionalista, e que caso seja descumprida o jornalista deverá ter uma pena inafiançavel de no mínimo 3 anos, pois esse crime gera uma perturbação na sociedade. Dessa forma haverá consequências da especulização da violência pela mídia brasileira, assim sendo como dizia o filósofo Thomas Hobbes: “a finalidade das leis não é outra senão a restrição, sem a qual não será possível haver paz”.