Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 04/06/2020
Uma pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2008, relata que 2,5 milhões de pessoas residiam em Brasília. Esse crescimento populacional pode ser bom para a economia da cidade, mas o crescimento desorganizado e desproporcional gera conflitos como o surgimento de favelas e a má distribuição de recursos sanitários.
Primordialmente, as pessoas que vivem nas áreas rurais do país não conseguem ter uma autossustentabilidade adequada, e para resolver a situação precisam recorrer ás grandes cidades em busca de uma condição melhor de vida. Mas nem sempre o âmbito estará propício para receber novos moradores, algumas cidades já atingiram seu limite, e para a população conseguir se instalar será necessário se mudar para áreas inferiores.
Em decorrência dos fatos mencionados, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), coletou em 2010, que cerca de 11,4 milhões de pessoas (6% da população) viviam em aglomerados subnormais. As favelas, musseques são áreas distantes do centro da cidade. Por fim, é evidente que não dão uma atenção para esse o ambiente, deixando faltar recursos básicos e sanitários para a população, justamente por estar fora de cogitação que isso aconteceria.
Em vista dos fatos elencados, o Governo Federal juntamente com o Governo Estadual, deveriam analisar as áreas onde ocorre o problema da concentração urbana desordenada, e beneficiar a população que ali reside, com os recursos necessários e adequados para sua saúde e sobrevivência, como cestas básicas, coleta de lixo e saneamento básico. Deixando um controle maior nas cidades que necessitam desse apoio ao invés de dar uma maior ajuda para as estáveis.