Consequências da ocupação urbana desordenada

Enviada em 20/04/2021

No filme “Lorax”, onde as árvores são feitas de plástico, os personagens compram ar para conseguir respirar, já que não existe vegetação, pois a mesma foi extinta para dar espaço a urbanização. De maneira análoga, em muitas cidades brasileiras o ar não é mais tão puro quanto antes devido ao intenso povoamento. Nesse sentido, no que tange às consequências da ocupação urbana desordenada, percebe-se uma poluição exacerbada, o que ocasionará a extinção da fauna e da flora e o agravamento do efeito estufa. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.

Em primazia, destaca-se a extinção da fauna e da flora como uma das consequências da ocupação urbana desordenada. Desse modo, com o crescimento das cidades, faz se necessária a ocupação de novas áreas para que mais pessoas possam se concentrar, porém, para essa expansão são desmatados diversos hectares florestais e dizimados muitos animais que vivem no local. Conquanto, considerando que a tendência da população é aumentar, mais vegetação e espécies serão destruídas e chegará a um momento que não haverá mais esses dois termos tão importantes para o equilíbrio da natureza. Outrossim, o agravamento do efeito estufa acentua ainda mais tal problemática. Ademais, o efeito estufa não é ruim para o planeta, porém, o seu agravamento é prejudicial, que gera, por exemplo: o derretimento das calotas polares e o aumento do nível do mar. No filme “Animais unidos jamais serão vencidos”, a ursa polar é obrigada a abandonar seu habitat natural, pois o mesmo teria derretido por conta do aumento da temperatura do planeta ocasionado pelo efeito estufa. Nesse sentido, quanto mais pessoas, maior será o aumento de carros e indústrias, e juntos com esses, os gases tóxicos ocasionadores do aquecimento da terra.

Torna-se imprescindível, portanto, a tomada de decisões que mitiguem as consequências da ocupação urbana desordenada. Para isso, é papel do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), preservar e garantir a melhoria e a recuperação da qualidade ambiental, por meio de fiscalizações e reflorestamento, a fim de garantir com que a fauna e a flora sejam preservadas. Além disso, cabe às ONGs, promover campanhas que incentivem o uso de produtos biodegradáveis, optar pelo uso de bicicletas ou de transporte coletivo e coletas seletivas, com o objetivo de diminuir a emissão de gases tóxicos na atmosfera. Dessa forma, os impactos da intensa urbanização serão menos prejudiciais.