Consequências da ocupação urbana desordenada

Enviada em 02/06/2021

No que se refere à ocupação urbana, pode-se dizer que nos primórdios da Revolução Industrial, ela passou a ocorrer de forma desordenada a partir do século XVIII. Desde então, esta situação tem se deteriorado devido ao aumento de áreas-chaves com as condições de habitação mais baixas do que as humanas, e cada vez mais soluções são necessárias para enfrentar um país que se provou ineficiente.

Ressalte-se que, em primeiro lugar, a oferta de mão-de-obra urbana é maior do que as oportunidades de emprego, o que resulta em um grande número de pessoas sem oportunidade de exercer atividades laborais. Essa desproporcionalidade é comparada com a teoria de Malthus, mas o foco da comparação é entre o crescimento populacional e os empregos disponíveis, onde o crescimento ocorre em progresso geométrico e séries aritméticas, respectivamente. Portanto, é óbvio que a manutenção dessa tendência está diretamente relacionada à expansão da pobreza nos centros urbanos, pois a falta de renda é um dos entraves para uma vida digna.

Platão disse: “O importante não é viver,mas viver bem”. Essa punição está em linha com o panorama atual do Brasil, pois muitas pessoas buscam mais áreas urbanas para melhorar sua qualidade de vida, observa-se uma superlotação nesses ambientes. É notavel que não só a falta de políticas habitacionais, mas também a influência da mídia é a causa do surgimento do problema.

Portanto, está claro quais são as medidas necessárias para a recuperação. A forma efetiva é o trabalho conjunto da área administrativa e da mídia. Em primeiro lugar, trabalhar com o prefeito para treinar cidades satélites, ou seja, cidades do entorno do grande centro, para fornecer suporte financeiro para a instalação de espaços de lazer e famílias locais, e fornecer suporte financeiro para instalação de empresas locais pela divulgação do progresso e da qualidade dessas regiões.