Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 02/06/2021
Depois que o governo Juscelino Kubitschek implementou uma “política de desenvolvimento”, o Brasil passou por um drástico processo de industrialização. Atraídos pelas oportunidades de emprego, milhares de pessoas migraram das áreas rurais para as urbanas, tornando o Brasil um pais urbano. No entanto, esse fenômeno ocorreu de forma desordenada e causou muitas consequências, inclusive ambientais.
A falta de planejamento para o crescimento populacional causou a ocupação de locais inadequados, como colinas, encostas, rios e planícies periféricas, sem alocação de espaço suficiente. Por exemplo, a ocupação irregular das margens dos rios e o despejo de resíduos pelos residentes são uma das principais razões para o assoreamento e a remoção da mata ciliar, tão importante para os mecanismos fluviais. Portanto, ocupações desordenadas têm consequências ambientais.
O problema, no entanto, estende-se a muito mais que somente o ambiente. Regiões marginalizadas e nas quais o estado tem dificuldade em oferecer a maquina pública são, em grande parte, um problema social com o qual devemos preocuparmo-nos.
Portanto, devido às inúmeras consequências da ocupação desordenada, é necessário que o governo estadual coopere com empresas privadas para retirar pessoas de áreas perigosas e fazer trabalhos de reflorestamento para recuperar florestas desmatadas e reduzir o despejo de lixo urbano nos rios. Além disso, arquitetos, engenheiros, governo e a própria comunidade devem ser estimulados, através de cartazes, a participar de um projeto de reurbanização de favelas e de obtenção de moradia de qualidade para todos os moradores dessas áreas.