Consequências da ocupação urbana desordenada

Enviada em 24/06/2021

A intensidade do processo de urbanização no Brasil está ocorrendo de forma rápida, natural (desorganizada) e descentralizada, impossibilitando o planejamento e a construção de um espaço geográfico. Como resultado, o resultado de tudo hoje é a falta de infraestrutura e serviços urbanos que podem levar a um crescimento desordenado.

O mais importante é considerar o impacto social emissão pela negligência, intervenção e irresponsabilidade dos governos ao longo dos anos, que levaram à grave crise urbana no Brasil hoje. Na segunda metade do século 20, o êxodo rural começou a se desenvolver no Brasil. Esse tipo de recurso ao processo de migração em larga escala da população do meio rural para o urbano e é um elemento diretamente à dinâmica de vários espaços sociais como a urbanização, a industrialização, a concentração fundiária e a mecanização rural. Desde então, o número de terrenos baldios, prédios ociosos e sob o viaduto não parou de crescer.

Vale ressaltar também que a expansão territorial tem impacto sobre o meio ambiente e a saúde das pessoas. Ocupações desorganizadas podem levar à degradação ambiental, em que mudanças nenhum ecossistema relacionado ao desenvolvimento e crescimento econômico significam mudanças na flora e fauna naturais. Construir casas em encostas, leitos de rios, bermas de estradas e outras áreas circundantes acabará por colocar toda a sociedade em perigo, causando graves problemas ambientais urbanos e prejudicando o bem-estar das pessoas, como inundações, ilhas de calor, reversão de calor, poluição do ar, lixo urbano, poluição sonora.

Portanto, está claro quais etapas devem ser executadas para resolver esse impasse. Portanto, é essencial a realização de amplas reformas urbanas no Brasil. Portanto, uma esfera pública deve criar as melhores condições de desenvolvimento e inclusão social, pois a Constituição de 1988 garante o direito à moradia digna. O estado também deve dar prioridade aos subsídios do setor habitacional, designar a urbanização a ser implantada em áreas distantes do centro, e desapropriar terrenos ocadias e imóveis.