Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 24/06/2021
Desde a grande urbanização das metrópoles brasileiras, diversas cidades tiveram que lidar com uma superlotação iminente e se adaptarem para dar condições para essas pessoas. Porém, com uma migração desordenada ocasionou em uma ocupação desorganizada e com diversos problemas sanitários, e de infraestrutura.
Na segunda metade do século XX ocorreu o êxodo rural no Brasil, onde uma boa parte da população das cidades periféricas foi para as metrópoles em busca de melhores oportunidades. E assim, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2015 a maior parte da população brasileira, 84,72%, vive em áreas urbanas.
A partir de 1950, o processo de urbanização se intensificou e, com a industrialização promovida por Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, formou-se um amplo mercado interno, visto por pessoas do sudeste do país. As cidades que não estavam preparadas para atender às necessidades básicas dos migrantes, tiveram uma série de problemas sociais e ambientais. Entre eles, o desemprego, o crime, as favelas, uma superpopulação do ar e da água, um levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, aponta que há no país mais de 5,1 milhões de domicílios em condições precárias.
É necessário que se criem inovações sanitárias que visem dar novas soluções para uma população, de maneira que o Estado consiga retomar como rédeas da situação e dar uma melhor condição para as famílias. Outra solução cabível é a criação de novos projetos semelhantes ao “Minha Casa Minha Vida” que tem como objetivo proporcionar ao cidadão brasileiro como condições de acesso à moradia própria e com estruturas adequadas.