Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 25/06/2021
O documentário “Dandara: enquanto morar for um privilégio, ocupar é um direito” é mostrado o maior conflito social de moradia em Minas Gerais, um dos mais difíceis processos do Tribunal de Justiça do Estado e a história da luta por moradia. Infelizmente, não escapa da realidade brasileira, nas quais, não apenas, mas principalmente, os espaços geográficos com uma economia menor, apresentam precariedade na infraestrutura.
Já dizia Raquel Rolnik: “É preciso entender a moradia como direito” é explícito na frase que a moradia deve ser ofertada a população. A citação se comprova correta quando comparada a importância de ter um padrão de vida adequado.
Entretanto, os problemas não se encontram apenas na falta de uma infraestrutura de qualidade como também nas consequências para o governo. Dessa forma, ampliado os gastos das instituições públicas por conta de uma grande possibilidade de desabamento.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Infraestrutura deve facilitar o acesso a moradias sustentáveis e conscientizar a população do devido cuidado com a residência e os lugares de construção, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados, palestras e campanhas. A fim de destinar uma melhor qualidade de vida. Espera-se, com essa medida, que as consequências da ocupação urbana desordenada sejam freadas no Brasil.