Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 02/11/2021
No Período da Industrialização brasileira o mercado consumidor e a mão de obra especializada se intensificaram, trazendo consigo o processo de urbanização. Entretanto, no Brasil atual, a ocupação desordenada produz graves consequências, seja pela poluição do ar, seja pelo movimento de favelização. Dessa maneira, é vital a busca por medidas para esse preocupante cenário, o qual ameaça o meio ambiente e à saúde da população.
A princípio, vale destacar que o apossamento desorganizado nas cidades, acentuam gradualmente a contaminação do ar. Nesse sentido, de acordo com a Organização Mundial da Saúde estima-se que 2 milhões de pessoas sejam vítimas fatais de doenças causadas pela poluição do ar. Em vista disso, à queima de combustível por parte de veículos, como carros, é um dos principais agente que contribui para a degradação da atmosfera, haja Vista que gases Isto é monóxido de carbono, provoca problemas respiratórios. Logo, essa esfera produze impacto gravíssimo ao ser humano, por colocar a sua saúde em risco.
Ademais, a ocupação descontrolada introduz a invasão de lugares irregulares, denominado como favelização. Nessa perspectiva, no livro Quarto de Despejo, evidencia o cotidiano da própria autora, Carolina Maria de Jesus que após vim andando de Minas Gerais é despejado na favela do Canindé em São Paulo. Sobre essa Ótica, não diferente do exemplar, a falta de planejamento das cidades, aumenta a porção exorbitante de favelas que ocupa lugares de risco, como morros íngremes, ocasionando graves de deslizamentos. Em suma, é evidente que esse problema afeta milhares de pessoas, tendo em vista que suas casas estão em perigo.
Medidas, portanto, são indispensáveis para impedir as consequências da ocupação desordenada. Desse modo, o Ministério do Desenvolvimento Regional deve promover incentivos para a diminuição do uso de automóveis e a realocação de pessoas pobres, por meio de outdoor nas estradas informando os impactos da poluição dos carros em relação à natureza e a construção de moradias em terrenos sem uso do governo para as famílias que ocupam área de risco. Tudo isso a fim de reduzir a perspectiva atual, a qual ocorre desde a industrialização do Brasil.