Consequências da ocupação urbana desordenada
Enviada em 06/11/2022
Na conjuntura atual brasileira, encontra-se problemas relacionados ao défit habi- tacional, o qual é consequência da urbanização acelerada e da falta de planejamen- to urbano. Nesse viés, esse ocorrido corrobora a ocupação desordenada de forma acelerada no país.
Sob tal perspectiva, é válido ressaltar a causa dessa rápida habitação. Assim, para exemplificar, no séulo XX, com o advento da Revolução Industrial houve a criação de empresas nos centros urbanos, de modo que a população rural foi à procura de trabalho e melhores condições de vida. Desse modo, tal processo de urbanização fomentou a habitação em periferias como casas nos morros e nas encostas das ci-dades. Ademais, essas moradias são irregulares devido aos riscos de deslizamento de terra, além de sua população ser, em maior parte, minorias, ou seja, pessoas invisíveis para o governo. Por isso, é necessário um olhar mais delicado perante à situação.
Outrossim, a falta de planejamento urbano é um entrave no que tange à urbanização hodierna. Nessa ótica, assim como houve a modernização da capital de Minas Gerais no governo de JK, tornou-se importante que as outras cidades, mesmo não monopolizadas, recebessem uma organização das localidades, a fim de evitar moradias irregulares, trânsitos com alto volume de carros e engarrafa-mento das vias. Diante disso, é notório a necessidade de um programa urbanístico e arquitetônico nas cidades que visem a melhoria do fluxo urbano.
Portanto, tornam-se necessárias medidas governamentais que atenuem os problemas gerados pela ocupação desordenada acelerada. Assim sendo, cabe ao Governo Federal, junto ao Ministério da Infraestrutura e o Ministério dos Direitos Humanos, os quais garantirão maior efetivação dessa prática, criar programas por meio de políticas públicas que visem a melhoria da disposição urbana, com o fito de diminuir problema envolvendo o alto volume de trânsito e a garantia de moradia digna aos brasileiros.