Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos

Enviada em 06/11/2025

No Brasil historicamente na época do verão com o aumento do calor e da umidade vêm as chuvas fortes , que causam prejuízos enormes para a população, já que com elas vem acompanhadas as enchentes, alagamentos ,deslizamentos de terra e inundações. Mesmo sendo algo recorrente e amplamente divulgado, continua ocorrendo por falta de medidas definitivas por parte dos orgãos competentes. A secretaria nacional de proteção e defesa civil é um órgão Governamental cujo objetivo principal é evitar e amenizar os efeitos de desastres naturais ou de decorrência humana. Após alguma catastrofe, eles em conjunto com as equipes de resgate agem, amenizando as consequências de uma inundação ou deslizamento por exemplo,e obtêm êxito nessa situação. Entretanto falham primordialmente em prevenir a decorrência desses desastres. No Rio Grande do Sul em 2024 houve uma série de enchentes que afetaram mais de 2 milhões de pessoas, quase 200mil ficaram desabrigadas e perto de 190 óbitos (fonte G1) , os fatores causadores desse infortunio, foi a junção de aspectos climáticos extremos, e também de fatores humanos, como o desmatamento da mata ciliar e a falta de planejamento Urbano, que é um dos maiores causadores de desastres ocasionados por chuvas excessivas no Brasil. Segundo o G1, 1 em cada 3 municípios não tem nenhum sistema de drenagem de água da chuva. Isso evidencia uma ausência de fiscalização em relação aos municípios aos quais desdenham do cumprimento das normas e leis vigentes. Além disso a falta de cumprimento de politicas sociais relacionadas a habitação de locais de risco geológico (encostas,planícies de inundação). Ocasionando grandes prejuízos para a sociedade Brasileira (desabrigamento,mortes,desaparecimentos). Portanto é evidente que providências devem ser tomadas pelo governo federal, aumentando a fiscalização sobre os municípios, podendo punir financeiramente com multas, pelo descumprimento de leis em relação a estruturação urbana pluvial, a fim de reduzir os impactos das chuvas fortes. Como também recai para a defesa civil, aplicar políticas sociais em relação a pessoas que vivem em áreas de risco, realocando-as, em projetos de habitações sociais e isolando a aréa comprometida com o intuito de evitar que futuros infortúnios ocorram, assim colaborando para uma sociedade mais segura.