Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos
Enviada em 15/10/2024
No livro “Brasil o país do futuro”, do escritor austríaco Stefan Zweig, é expressada a esperança de que o país cresça e se desenvolva. No entanto, o fluxo intenso de chuvas tem graves consequências, nas áreas com ações antrópicas, atrapalhando o desenvolvimento do país. Logo, o problema deve ser resolvido de imediato por denunciar e irresponsabilidade ambiental e má gestão governamental.
Diante desse cenário, o descuido com o meio ambiente na construção dos centros urbanos agrava os efeitos catastróficos das grandes precipitações. Pois, de acordo com os estudos geográficos do ciclo da água, para garantir o funcionamento autossuficiente ela precisa ser reabsorvida pelo solo, rio e oceanos. Entretanto, a substituição de áreas verdes por calçamentos impermeabiliza o solo, e quando chove intensamente ocorrem alagamentos e enchentes com poderes destrutivos. Evidenciando que a sobreposição da urbanização sob o meio ambiente tem consequência desastrosas.
Ressalta-se, também, que ausência de políticas públicas eficazes contribuem para a intensificação dos resutados. Uma vez que, segundo a Constituição Cidadã, é dever do estado assegurar moradia e condições de vida dignas para população, e os deslizamentos de terras, alagamentos e enchentes estão associados ao planejamento urbano incorreto, sem sistemas de prevenção e contenção, as consequências denunciam a ineficácia do Governo. Como exemplo o fluxo de chuvas intensas no Rio Grande do Sul em 2024, as quais geraram enchentes destrutivas devido à falha nos sistemas de escoamento e contenção, e falta de planejamento, evidenciando falha na gestão governamental.
Portanto, infere-se uma solução imediata. Logo, cabe ao poder legislativo a criação do projeto de lei o qual deve obrigar as principais cidades afetas pelas chuvas intensas a refazerem todo o planejamento urbano, colocando áreas verdes, como parques e zonas de preservação, criação de sistema de escoamento e realocação das pessoas nas zonas de risco até que esteja tudo pronto. Assim como, a penalização com a cassação do mandado dos governantes que não cumprirem com as condições da lei dentro do prazo é indispensável, objetivando a resolução a diminuição das sequelas por meio da prevenção.