Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos
Enviada em 24/10/2024
O livro “O tempo e o Vento”, escrito por Érico Veríssimo na década de 1950, relata a luta de várias gerações de uma família na região Sul do país contra as forças da natureza, representadas pelas inundações e pelo vento constante. Essa obra ilustra as grandes catástrofes ambientais que o Brasil enfrenta todos os anos e que estão diretamente ligadas às chuvas fortes, aos alagamentos, aos deslizamentos e às enchentes, visto que, neste mesmo ano de 2024, o Rio Grande do Sul foi abalado por chuvas devastadoras que deixaram o estado destruído. Assim, fica claro que esses desastres naturais acarretam consequências, e destas, duas se destacam: a negligência do Estado em combater a contaminação da rede de água e a interrupção de serviços essenciais para a população.
A princípio, desafios precisam ser superando em relação à inoperância estatal no que tange à contaminação de fontes de água. Isso torna-se óbvio, pois, embora haja no Brasil a Lei Nacional de Recursos Hídricos, que visa assegurar a gestão integrada e sustentável destas reservas, sua implementação enfrenta obstáculos significativos que comprometem sua eficácia. Isso é evidenciado na bacia do Rio Tietê, que apesar da criação de comitês e da legislação que tem como objetivo proteger a qualidade da água, o Tietê continua a sofrer com níveis alarmantes de poluição. Dessa forma, é notável que os alagamentos, inundações, enchentes e outras tragedias relacionadas às chuvas fortes prejudicam a vida dos cidadãos e mais especificamente, é um dos fatores do saneamento precário vivenciado pela maionaria da população brasileira nas comunidades. Tal fato revela os desastres que são causados pela dilúvio nas favelas, onde moram pessoas com menor renda financeira e que são incapazes de se proteger das catástrofes. E infelizmente não é a prioridade do governo federal socorrer a sua própria nação desses problemas naturais que, desde os primórdios, assombram os indivíduos pobres do país. Logo, faz-se visível que o Estado precisa fazer muito mais do que já tem feito e começar a se preocupar mais em efetivar as leis e em apoiar a ábaco que tanto sofre com os infortúnios ambientais.
Além disso, outra consequência causada pelas chuvas fortes é o intervalo dos serviços fundamentais para a população. Nesse contexto, de acordo com o G1, apo