Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos
Enviada em 25/10/2024
Com o avanço da sociedade e do sistema capitalista, os meios para habitar o território remaram contra a ordem natural do planeta. Desse modo a natureza sofreu danos irreparáveis, impactando nos atuais problemas ambientais. Em síntese, a desigualde social e o não respeito com as estruturas terrestres são as principais causas da mortalidade devido a catástrofes ambientais.
Haja vista que o acúmulo de capital e a desigualdade social, são os principais desastres sociais. Em relação com a catástrofe causada pelas chuvas, a criação de habitações coletivas em áreas de possível desabamento já viraram notícias devido ao mais provável acontecimento. A soberba capital invibializa a progressão social, dando conforto a quem está estruturado não projetando uma causa coletiva. Desse modo grandes quantidades de possibilidades de mudança continuam represados na mão de poucos. Por isso muitos sofrem com o pouco e ainda com impactos naturais.
Além desse fato, o extrativismo em épocas passadas prejudicou o bioma terrestre. Com a corrida do ouro e a extração de madeira, o ambiente brasileiro foi altamente prejudicado, deixando brechas no equilíbrio natural. A incessante corrida por lucro esqueceu de respeitar as ordens naturais. Dessa maneira é inevitavel as relações negativas entre a fauna e flora, e o ser humano, criadas pela inconsequência ignorante, sendo os desastres chuvosos e o aquecimento global pautas de intervenção atuais.
Em suma, os desastres naturais são todos consequência das ações humanas. O Governo em solidariedade obrigatória com grandes empresas, deve reabitar as populações em situação de risco e reflorestar o local. A partir de um projeto financeiro, entrar em contato com as famílias em perigo e retirar esses moradores de um futuro desastroso. Dessa maneira promover uma saída para a desigualdade, e evitar a perda dos mais preciosos bens do Estado que são as pessoas.