Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos
Enviada em 29/10/2024
No filme “2012”, o planeta Terra é devastado por diversas catástrofes naturais, incluindo enchentes e inundações. Fora dos limites da ficção, nota-se que esse tipo de desastre mencionado, ocasionado pelas fortes chuvas, também ocorre, em menor escala, no Brasil atual, representando uma grave problemática para a sociedade. Sendo assim, torna-se premente analisar as principais consequências dessa mazela: epidemia e desabrigo.
Diante desse cenário, cabe ressaltar que as fortes chuvas impulsionam diretamente uma crise epidemiológica. A respeito disso, segundo a Biomedicina, doenças como a leptospirose resultam da exposição direta ou indireta da urina de animais infectados, principalmente roedores. Dessa forma, devido as fortes chuvas e consequentes alagamentos, os dejetos desses animais emergem, deixando a população extremamente exposta a essa doença bacteriana. Como consequência, essas inundações ampliam exponencialmente a probabilidade de uma epidemia nacional, prejudicando e podendo levar a óbito diversos cidadãos, por exemplo. Logo, fica evidente que as chuvas torrenciais apresentam forte ameaça ao país.
Ademais, é válido afirmar que o problema em discussão é um sustentáculo para a situação de desabrigo. Isso porque, segundo a Geografia, a construção de moradias, com a retirada da vegetação nativa, impermeabiliza o solo e gera um excesso de escoamento superficial. Dessa maneira, quando ocorrem chuvas fortes, o fenômeno citado acarreta em deslizamentos, destruindo as moradias adjacentes. Consequentemente, a população da região afetada fica desabrigada, morando temporariamente em abrigos, por exemplo. Assim, fica explícito que, sem uma atuação efetiva do governo, as vítimas dessas catrástrofes ficarão desamparadas.
Portanto, são necessárias medidas para combater tanto uma epidemia quanto o desabrigo. Desse modo, a mídia, articuladora dos conhecimentos públicos, deve informar a população das principais medidas profiláticas contra doenças causadas por enchentes, por meio de propagandas e ficção engajada, objetivando impedir seu contágio e, assim, atenuar os casos de infecção. Concomitantemente, o Estado precisa evitar a ocorrência de deslizamentos, por intermédio de engenharias de contenção adequadas e respeito à flora, a fim de proteger e amparar os cidadãos.