Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos
Enviada em 28/01/2025
No mês de maio de 2024 ocorreram as enchentes no estado do Rio Grande do Sul, que destruiram muitas casas e deixaram milhares de pessoas desabrigadas, o que gerou grande comoção nacional. Nessa perspectiva, é importante o debate público para a prevenção de desastres naturais no Brasil, que são decorrentes da má fiscalização de habitações irregulares e da destinação inadequada do lixo.
Diante desse cenário, é importante supervisionar e proibir a construção de moradias em áreas de risco . Sob esse viés, um levantamento feito pela Defesa Civil de todos os estados brasileiros estimou que 8 milhões de pessoas ocupam regiões sob o risco de enchentes e/ou deslizamentos. Diante disso, as habitações construídas em locais que apresentam riscos geológicos, como encostas, fundos de vales e nascentes de rios e lagos, são as mais propensas à desastres naturais. Todavia, de acordo com os dados da Defesa Civil, muitos indivíduos ainda continuam a habitar zonas de perigo e, dessa forma, contrariam as recomendações feitas por especialistas. Logo, são necessárias medidas energéticas na proibição e multa dos sujeitos que insistam nessa prática.
Ademais, vale salientar que o descarte inadequada do lixo é um fator causador de enchentes e inundações. Nesse âmbito, quando o lixo não é destinado ao seu devido lugar - ao ser jogado na rua, no mato ou no leito de rios e lagos -, gera a sua acumulação, e no caso de uma chuva forte, pode ocasionar a obstrução de canais de drenagem. Diante disso, todos esses fatores contribuiram com o trágico episódio no sul do país, que poderia ser evitado com a adoção em larga escala do Princípio dos 3R’s: reduzir, reciclar e reutilizar, prática ecologicamente sustentável do descarte de lixo.
Portanto, são indispensáveis medidas de combate à desastres ambientais no Brasil. Assim, o Governo deve investir em canais de educação e informação do povo brasileiro, por meio de campanhas de consientização ecológica feitas em palestras, cartazes e panfletos, de modo a comunicar sobre o destino adequado do lixo e os perigos sobre habitações em regiões sobre risco ambiental. Dessa maneira, o país trabalhará de maneira eficiente na prevenção de incidentes naturais, como o que aconteceu no Rio Grande do Sul.