Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos

Enviada em 03/05/2025

No ano de 2024, houve no Rio Grande do Sul enchentes que inundaram e destruiram parte da região. Em virtude disso, famílias foram arrasadas e a economia desestabilizada, entretanto essa não é a realidade de apenas um estado mas de muitas regiões brasileiras. Nesse sentido, é imprescindível analisar as consequências das chuvas fortes no Brasil, enfatizando a negligência governamental e a ocupação de áreas de risco.

Sob essa perspectiva, é válido expor a omissão estatal como potenciadora do problema. O filósofo iluminista John Locke desenvolveu o conceito de Contrato Social, em que o Estado seria responsável pelo bem-estar coletivo. Todavia, o poder

público se abstrai diante de catástrofes naturais geradas por tempestades que frequentemente ocorrem no país a exemplo disso: as enchentes na região serrana do Rio de Janeiro (2011) e em cidades do litoral paulista. Dessa forma, compreende-se a perpetuação das consequências de desastres socioambientais.

Ademais, destaca-se, ainda, a habitação em áreas vulneráveis como outro fator que corrobora com a questão. O filme, “Era o hotel Cambridge”, retrata pessoas que ocupam espaços abandonados devido à falta de moradia acessível. Sendo assim, torna-se notável que muitos brasileiros vivem a ficção citada, morando em locais perigosos como encostas, margens de rios e morros, correndo todos os dias o risco de serem afetados com deslizamentos ou alagamentos. Dessa maneira, entende-se essa questão como uma problemática cuja resolução deve ser

imediata.

Urge, pois, que medidas sejam encontradas com o intuito de resolver a situação. Cabe ao Governo federal - orgão administrativo máximo no país - direcionar recursos para regiões que passaram pelos resultados das chuvas fortes como o Rio Grande do Sul e , também, para regiões com alto índice de áreas vunveráveis ocupada, por meio da inclusão de seu objetivo na base de Diretrizes Orçamentárias. Espera-se com isso, amenizar os impactos e efeitos das tempestades que ocorrem no Brasil, de modo que não ocorra com tanta intensidade o que aconteceu no Sul e no Rio de Janeiro.