Consequências das chuvas fortes no Brasil: enchentes, inundações, alagamentos e deslizamentos

Enviada em 02/05/2025

A partir da teoria do “Contrato Social” do filósofo inglês Thomas Hobbes, é dever do Estado garantir os serviços necessários para o bem-estar da população. Com isso, entende-se que o país deve oferecer plenas condições de equilíbrio socioambiental, uma vez que o mesmo está intrinsecamente ligado à qualidade de vida. Teoria à parte, fica claro que isso não é comprovado na realidade brasileira, pois as enchentes, deslizamentos de terra, inundações e alagamentos se caracterizam como grandes problemáticas.

Primeiramente, a respeito das consequências das chuvas fortes, entende-se que dois grandes óbices são: a impermeabilização do solo e a ocupação de áreas inapropiadas. Outrossim, esses problemas se tornam grandes impasses porque, se em nosso país não há planejamento urbano adequado, os cidadãos ficam reféns das tragédias causadas por esses desastres naturais. Nesse sentido, pode-se observar a seriedade desse desequilíbrio no âmbito nacional quando todos os anos há notícias sobre tragédias causadas por chuvas fortes, especialmente nas regiões Sudeste e Nordeste.

Além disso, como garante Thomas Hobbes em sua teoria, é dever do Estado proteger os cidadãos - pois os mesmos deixam seus interesses individuais de lado para que haja harmonia e possam ser regidos por uma organização político-administrativa de sua confiança. Diante disso, é importante que além de criar projetos de lei mais eficazes para garantir os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros, esses sejam colocados em prática. Dessa maneira, faz-se necessário destacar a necessidade de investimentos por parte dos governantes em políticas públicas que visem o planejamento urbano.

Portanto, para que o cenário descrito por Thomas Hobbes se torne efetivo, cabe ao Estado e empresas privadas incorporar novas tecnologias para drenar melhor a água: como calçamentos que não sejam impermeáveis, além disso, também é preciso potencializar o planejamento urbano, para que cidades cresçam de maneira ordenada. A fim de que, por meio de projetos de lei, divulgação de informações e reuniões políticas, se consiga uma melhor qualidade e vida para todos os brasileiros, sobretudo, aqueles que são vítimas de desastres naturais.