Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?
Enviada em 01/10/2019
No desenho Phineas e Ferb, as crianças fogem diariamente dos seus pais para poder usar tecnologia, pois eles não permitem o livre acesso e só os permitem estudar coisas restritas ao gosto dos maiores. Atualmente com o advento das revoluções tecnológicas, os meios de comunicação têm alcançado as crianças, entretanto, graças a posturas indevidas dos pais dos pais, assim como no desenho animado, os pontos negativos que vieram junto do avanço cientifico têm atingido essa faixa etária, fazendo as crianças serem vítimas crimes cibernéticos e de posturas rígidas e controladoras dos pais. Certamente, essa situação precisa de uma mudança urgente.
Primeiramente, segundo uma pesquisa do G1, mais de 28 milhões de pessoas foram vítimas de crimes cibernéticos durante o último ano, além disso, o portal também afirma que 90% da segurança, segurança é o usuário da rede quem faz. Factualmente, as crianças são um caso específico nessa situação, pois por não terem desenvolvido o seu julgo por completo, não conseguem garantir a sua própria segurança e ficam mais suscetíveis a serem maioria no número de vítimas. Assim, os pais se fazem peça principal na proteção dos menores, garantindo-lhes ensinamentos de como agir nessas situações perigosas e como reagir a criminosos virtuais. Certamente, essas atitudes diminuirão o número de casos
Outrossim, segundo sugestões do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), os pais não devem ter posturas controladoras com seus filhos. Portanto, tem-se uma linha tênue entre a intervenção dos pais, com intenção de proteger a vida informacional da criança e liberdade de navegação infantil. Com certeza, a internet também tem espaços destinados a aprendizados valorosos para o público jovem, e esses locais devem ser desfrutados com liberdade e privacidade perante a individualidade de cada criança, isto é, por mais que o pai tenha a obrigação de proteger sua prole do perigo, ele não deve privar controlar a criança a ponto de priva-la do espaço livre aprendizado.
De fato, o ministério da educação deve designar parte da verba tributária para investir em palestra nas escolas, voltadas para os pais, que facilitem o entendimento sobre o papel do pai na proteção dos seus filhos no meio informacional, e da importância do livre acesso, seguro, do ambiente de aprendizado proposto pela internet. Essas palestras devem ser ministradas por psicólogos especialistas no assunto, que trabalhem a problemática com uma linguagem fácil e acessível. Assim, os pais terão posturas diferentes das representadas na animação, caminhando para uma sociedade como uma melhor qualidade de vida.