Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?

Enviada em 15/10/2019

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o mundo tem passado por vários avanços tecnológicos que parecem não acompanhar a maturidade das pessoas. Embora grande parte das crianças do mundo atual tenham acesso a uma gama de facilidade da realidade virtual, há um pormenor em relação ao seu uso. Prova disso tem-se o aumento de casos de pedofilia que tiveram seu início através de uma tela de computador, celular ou mesmo tablet. Nesse sentido, os pais deveriam utilizar-se da tecnologia para proteger os filhos, ou deixa-la destruí-los?

Consoante a esta linha de raciocínio tem-se vários aplicativos de monitoração parental, é através deles que os pais conseguem monitorar os acessos e até mesmo bloquear o uso do aparelho. Contudo, muitas crianças e adolescentes sentem-se intimidados e sem privacidade pela a utilização desse meio.

Mesmo que a família tenha que proteger os pequenos de alguma maneira, é necessário ter um bom senso em relação à privacidade que muitas vezes pode encadear em um controle exacerbado da infância. Ao passo que aquilo que era para ser uma fase de diversão e de autoconhcer-se acaba tornando uma fase de depressão por causa do autocontrole dos pais.

Por isso, faz-se necessário que os Conselhos Turelares(agente) promovam uma campanha de conscientização aos pais sobre o uso correto de aplicativos e ferramentas de monitoração parental eletrônica (ação). Com isso, espera-se que sejam aclaradas as dúvidas e melhore as relações entre pais e filhos (objetivo). Pode-se fazer companhas não só através de palestras, como também por meio de panfletagem (modo). Enfim, isso só surtirá efeito se feito em parceria entre as escolas e os conselheiros tutelares locais (detalhamento).