Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?
Enviada em 31/10/2019
Durante a Revolução Industrial entre os seculos XVIII e XIX, o uso de tecnologias permitiu ao homem produzir de maneira rápida e efetiva, com isso, houve um barateamento dos produtos e a demanda foi acentuada. No cenário atual, uma das tecnologias mais consumidas é a internet, as novas gerações já nascem inseridas nesse meio. Porém, a falta de fiscalização parental pode acarretar sérios riscos, para a vida dos com menas idade.
A priori, vale ressaltar, que o Brasil ocupa hodiernamente, a sétima posição na economia mundial. Conclui-se, portanto que possuímos muitas tecnologias, as mais novas que surgiram, são as ferramentas de fiscalização, que podem ser usadas pela família para monitorar os pequenos no uso à internet. Dados de uma pesquisa evidenciam a necessidade do uso de tais aparatos. segundo a mesma, um quinto das crianças já viram conteúdo fora de sua faixa etária, por outro lado, apenas um quinto dos pais usam algum tipo de equipamentos de proteção.
É fundamental pontuar, também, que de acordo com a ética aristotélica devemos ‘‘Fugir dos extremos’’ e encontrar a ‘‘Justa medida’’. infere-se, portanto, que a prevenção é de suma importância para evitar que crianças sejam expostas a conteúdo impróprio ou seja vitima de algum crime como pedofilia e fraudes. Contudo, ir para o extremo a ponto de fiscalizar tudo e todos, gravar a tela dos celulares, tablets e computadores parece-me no mínimo exagerando. logo, encontrar o ‘‘meio termo’’ como diria o filosofo Aristóteles é o mais ideal e humano.
nesse cenário, vale salientar, que ainda há entraves para se construir um mundo melhor. Portanto, os pais de crianças que tem acesso a internet, deverá eticamente monitorar seus filhos,como o uso ferramentas e programas específicos, para que esses não tornem-se vitimas de roubos ou seja exposto a sexualidade e violência.O Estado precisará também punir de modo efetivo os criminosos virtuas. Dessa forma aumentam-se as chances de se conseguir uma sociedade melhor.