Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?
Enviada em 07/04/2020
No filme “Rapunzel”, a bruxa prende a persongem principal em uma torre alegando estar protengendo a garota dos perigos do mundo. Assim, em semelhança com a ficção, os pais do século XXI utilizam de aplicativos que monitoram o celular de seus filhos e lhes passe as informações, monitorando de forma excessiva como forma de proteção. Entretanto, assim como no filme, o jovem pode sentir-se preso e querer fugir desse controle exagerado, por isso é necessário que a vigilância seja feita de forma equilibrada, no intuito de protegê-los contra criminosos e preservar a saúde mental do indivíduo.
Primeiramente, pode-se sitar a prevenção contra crimes cibernéticos, pois, na era da modernidade, não apenas os mais novos como também pedófilos estão com acesso cada vez maior às redes sociais devido à globalização, facilitando a interação entre eles. Logo, analisa-se a obrigatoriedade da visualização parcial dos chats e contas sociais dos jovens e, sob esse viés, nota-se que a diminuição de tais crimes possuem ligação com a forma como cada família lida com a internet.
Ademais, o excesso de controle pode causar danos psicológicos no jovem, pois esse poderá sertir-se reprimido. Desse o modo, o futuro dos miudos fica prejudicado pois a sensação sentida o torna um adolescente revoltado, podendo se envolver com drogas ou ate mesmo entrar em depressão. Em conjuto disso, de acordo com o marco da 34° sessão do Conselho de Direitos Humanos nas Nações Unidas (CDH) a invasão à privacidade das redes sociais é crime. Por isso, é necessário a vistoria moderada, a fim de evitar traumas psicológicos nos pré-adolescentes.
Portanto, compreende-se a necessidade de fiscalização moderada das redes sociais para evitar delitos. Para isso, é importante que os familiares aprendam, por meio de campanhas feita pelo governo, a conversar com seus protegidos sobre o assunto tratado. Outrossim, também é interessante o implemento de palestras educacionais nas escolas e criação de ONG’s para que os jovens tenham informações diversificadas sobre os perigos das redes sociais, e assim aprendam que não devem compartilhar de informações como nome, senhas e informações particulares para pessoas desconhecidas, além disso devem sempre desconfiar das pessoas que consideram “amigos virtuais”, pois nunca é possível ter 100% de certeza se o que a pessoa passa é verdadeiro sobre ela.