Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?
Enviada em 13/05/2020
No filme “Enrolados”, a bruxa confinava a personagem principal na torre, afirmando ser mãe da moça, com o intuito de protegê-la dos riscos do mundo. Em discordância com a ficção, atualmente as famílias utilizam aplicativos instalados nos telefones, para fiscalizar o uso da internet pelos filhos. Assim, convém, a partir desse assunto, analisar os pontos positivos e negativos da vigilância por parte da família.
Primordialmente, caractariza-se, a prevenção de crimes virtuais, como principal ponto positivo da vigilância familiar tecnológica. Isso porque, a modernidade da era digital, facilitou o maior acesso de crianças nesses meios, e isso, junto aos criminosos com liberdade a internet, praticarem abusos sexuais, através da interação, destes, com os menores. Logo, analisa-se a necessidade que os parentes têm de verificar o contato dos jovens com a tecnologia.
Destaca-se, até então, como a abundância de controle, sobre a tecnologia utilizada pelos jovens, pode intervir negativamente a privacidade dos mesmos. Visto que essa questão seja um direito a toda população, a falta de sua execução, além de crime, é prejudicial ao usufruidor. Contudo, é fundamental a vistoria de forma moderada, com intenção de evitar traumas psicológicos nos jovens e dar mais privacidade aos mesmos.
Constata-se, logo, a necessidade de fiscalização moderada das redes sociais dos jovens para evitar prováveis delitos. Assim, por ser responsável pela distribuição de informações, cabe a mídia, por meio de documentários, advertir as famílias sobre os perigos do monitoriamento em excesso, assim como da falta de tal atitude. E a família, tem a responsabilidade de monitorar regularmente as redes, até a criança ou adolesecente ter consiência dos riscos que a internet pode trazer.