Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?
Enviada em 01/06/2020
Hodiernamente, a internet é o meio principal para que influências negativas sobre crianças e jovens ocorram. Ter controle total do que os filhos acessam não é legal, pois assim, estes não terão discernimento para saber o que é bom e o que é ruim para eles mesmos. O correto é conversar com eles e explicar o que é bom e benéfico, e o que não deve ser acessado.
Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e condições de que depende. Nesse contexto, as crianças devem crescer, sendo aconselhadas pelos pais, a saber analisar e distinguir entre o conteúdo bom e o mau, online.
Em um episódio da série de televisão “Black Mirror”, uma mãe implanta um chip no cérebro da sua filha, tendo assim, controle total sobre o que esta vê, sente e ouve. Isto ajuda a jovem a não passar por situações ruins, entretanto, a garota cresce sem saber o que deve evitar, porque não conhece coisas com características negativas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O governo deve estabelecer parceria com a mídia televisiva e destinar verbas para a elaboração de programas curtos, porém objetivos, que ajudem os pais a saberem a maneira correta de como ajudar os seus filhos a lidarem com a internet, e também, com todos os perigos que esta pode oferecer. Assim, espera-se que o controle parental quanto ao uso da tecnologia seja compreendido e aplicado da maneira correta no Brasil.