Controle parental quanto ao uso da tecnologia: prevenção ou invasão à privacidade das crianças?
Enviada em 06/08/2022
No documentário “O dilema das redes”, é retratado os problemas que o excesso as redes sociais e a tecnologia pode causar à saúde de crianças e jovens. No cenário hodierno, de forma semelhante, o vício em Internet ainda é uma questão que prejudica a sociedade. Tal óbice se dá não somente pelo mau uso da tecnologia, mas também pela falta de informação e liberdade parental.
Diante desse cenário, é importante salientar que o mau uso da tecnologia potencia-
liza e acarreta grandes problemáticas, tais como, vícios, alterações na visão, perda auditiva, e até coisas mais graves, como visualização de conteúdos impróprios e pedofilia. Segundo o inventor Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”, todavia, deve ser usada com cautela. Tendo em vista os fatos supracitados, é inadmissível que continue essa questão.
Ademais, a falta de informação, principalmente de crianças, colabora para que a adversidade tangente ao uso indevido da Internet permaneça nos dias contempo-
râneos. A informação sobre como o meio tecnológico funciona, os perigos, pontos negativos e os cuidados que devem ser tomados é de tamanha importância na vida da sociedade atual, que se passa em uma era digital. Diante disso, o controle parental sobre o que, e como as crianças utilizam esses recursos, não é invasão de privacidade, e sim prevenção e cuidado.
Portanto, para que o problema não cresça ainda mais, medidas devem ser postas em prática por meio do Ministério da Educação, junto às Secretarias Estaduais e Municipais, promovendo palestras e cursos nas escolas, orientando alunos, familiares e educadores a usarem de forma saudável as tecnologias digitais, os pais e responsáveis comunicar e orientar as crianças como utilizar a Internet de modo proveitoso, utilizando aplicativos para limitar o acesso, para mais segu-
rança. Dessa forma, o Brasil será um país melhor e se afastará da realidade presente atualmente em relação ao uso das inovações tecnológicas.