Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 11/01/2021
Propagação de doença e recessão econômica
O novo coronavírus, surgido na China no ano de 2019, trouxe mudanças imprescindíveis ao mundo. Dentre as transformações ocorridas no ano de 2020 destaca-se que os governos atuais teve que trabalhar com a imprevisibilidade nos setores econômicos devido ao isolamento social recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para evitar uma desordem sem precedentes com o aumento estrondoso do número de doentes e de mortes. Tais circunstâncias exigiu que o governo brasileiro atua-se em razão dos novos desafios estabelecidos pelo a disseminação do vírus da covid-19. Logo, a pandemia do coronavírus causou impactos negativos na economia, ressaltando o desemprego sistemático que obrigou o país à atuar para amenização da crise financeira.
Em primeiro lugar, deve observar que o coronavírus causou uma recessão financeira que atingiu o capitalismo internacional, tirando o trabalho e o sustento de milhões de brasileiros. Essa realidade foi divulgada pelo Jornal Nacional em que registou recorde no número de desempregos, de mais de 14 milhões de desempregados e um aumento de quase 50% no primeiro semestre do ano, no ápice da disseminação da doença no país. Isso tem provocado uma retrocessão na economia, diminuindo o poder de compra da população e menor arredação de dinheiro por parte das empresas privadas e cofres públicos. Assim, a falta de empregos causa insegurança financeira tanto as famílias quanto ao Estado, diminuindo o seu papel de liderança na economia mundial.
Em segundo lugar, o Brasil teve que lidar com a crise financeira e garantir a sobrevivência de milhões de pessoas. Isso foi assegurado pelo o Congresso e pelo o Senado brasileiros com a aprovação do auxílio emergencial, um benefício que transferiu, a cada trabalhador informal e de baixa renda, o repasse de seiscentos a trezentos reais nos meses que sucederam o apogeu da pandemia no território nacional. Dessa maneira, o governo auxiliou para suavizar a crise e impedir que milhões de brasileiros ficassem a mercê da miséria e sem recursos mínimos para a alimentação.
Destarte, o Estado deve atuar sistematicamente e eficientemente com o inesperado de propagação de doenças e impedir impactos desastrosos na economia brasileira. Dessa forma, deve o Governo Federal, por meio dos poderes legislativo e executivo, planejar e executar planos para fomentar a economia diante de crises imprevisíveis. Esses planos devem impedir a precarização dos empregos, facilitar o surgimento de novas empregas, diminuir impostos aos trabalhadores e assegurar sustento mínimo as famílias vulneráveis com o auxílio financeiro. Dessa forma, será possível diminuir os impactos da pandemia na economia brasileira e garantir condições dignas às pessoas.