Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 12/05/2020

A crise econômica global que será causada pela pandemia de coronavírus, de acordo com relatório do Fundo Monetário Internacional chegará em 2020 ao pior nível desde a grande depressão de 1929. O PIB global deve recuar por volta de 3% segundo estatísticas do FMI, esse recuo acontecerá por causa das consequências do vírus na economia como desemprego e falência de empresas e isso acarretará em violência e fome no mundo. Pode-se dizer que o coronavírus não atacou somente as pessoas, ele atacou indiretamente a economia mundial.

As estimativas do Fundo Monetário Internacional mostram que os países mais ricos terão uma retração na atividade comercial maior do que os países em desenvolvimento, por volta de 6% e 1% respectivamente. O impacto da pandemia na economia vai mudar também a forma como as pessoas se comportam e pensam no cotidiano delas. Por conta do desemprego e da fome as sociedades consumistas- aquelas que consomem por impulso- mudarão seus hábitos, priorizando sempre o consumo racional e de produtos essenciais a vida, todas essas mudanças por conta do impacto na economia causada pela pandemia.

Existem países que mesmo sofrendo com o número de doentes não enfrentaram uma crise econômica de acordo com estimativas do FMI, é o caso da China e da Índia. Relatórios deste órgão informam que haverá uma possível alta de 1,2% e 1,9% respectivamente na economia no ano de 2020, isso porque a China é o país que concentra a maior parte das fábricas de equipamentos e insumos hospitalares e de EPI no mundo e em segundo lugar vem a Índia que também é um grande exportador de fármacos e matérias primas para fármacos. Logo todos os países terão que comprar seus insumos nesses dois, causando assim uma elevação nas suas respectivas economias. Por isso pode-se dizer que a pandemia afetou diretamente as pessoas e indiretamente a economia.

Uma proposta inovadora para o problema que o mundo enfrentará nos próximos meses e anos por causa da pandemia é que os governos criem medidas para manter os funcionários das empresas e manter as empresas abertas, abrindo linha de crédito, financiamentos a baixos juros, etc; para que o consumo continue o mesmo e não ocorra queda, diminuindo assim drasticamente os números citados nos relatórios do FMI sobre a recessão no mundo pós pandemia.