Coronavírus: impactos da pandemia na economia

Enviada em 12/05/2020

A peste negra é tradicionalmente conhecida por ter dizimado, pelo menos, cerca de 1/3 da coletividade europeia. Ao se focar o momento atual, o alerta ao coronavírus que está amiúde se disseminando mundialmente, gera aflição no âmbito econômico, social, escolar etc, uma vez que toda a sociedade é obrigada a entrar em isolamento social para prevenção contra esse grau de agrupas e diminuir o avanço do vírus. Ora, nota-se um modelo de mazela que gera desigualdade social, aumento descomunal na economia, sobretudo, o controle do psicológico.

Tal problemática advém, em primeira análise, da pífia ação que o poder público tem nessas conjunturas. De acordo com o G1, a Organização Mundial do Comércio (OMC) prevê que o comércio global recuará em até 32% neste ano. Nessa perspectiva, o governo brasileiro pena com uma indiferença na preparação contra essa causa natural em paridade a outros países como a China que construiu um hospital de 1000 leitos em 10 dias, com isso o Brasil acaba tendo mais efeitos dessa pandemia como o aumento no desemprego e por conseguinte a elevação da pobreza, na qual, diversos indivíduos não tem condição financeira suficiente para suportar essa mazela, sobretudo, com a ausência de emprego. Logo, nota-se o papel omisso do governo com essa sociedade.

Outro coadjuvante dessa assertiva é a vulnerabilidade dos futuros profissionais. Na ótica dessa mazela o G1 aponta que alguns alunos de escolas públicas do país convivem com falta de merenda, internet e local para estudar, assim é relevante uma desigualdade social com esses indivíduos que daqui poucos anos serão eles que estarão no controle econômico, midiático, escolar etc, onde padece de precaridade com essa área. Partindo desse viés, percebe-se mais uma vez o descomunal impacto que essa pandemia causa na coletividade mostrando o quão longínquo está o Brasil em lapidar essas agrupas. Dessa forma, quando o gestor público se exime de sua função, a sociedade, em especial,os meios mais abastados, colhe o azedume.

Infere-se, portante, que essa problemática demanda dois vetores. Ao primeiro cabe a tarefa de amplificar a discussão dessa temática, por meio de documentários, entrevistas com profissionais economistas inseridos na causa financeira, a fim de fomenta a consciência coletiva, ademais, o olhar coletivo deve tonificar uma mobilização com parceria do âmbito midiático, por intermédio das redes sociais e programas, com o intuito de uma melhoria no âmbito educacional para que se tenha bons rendimentos no futuro.Assim, para que causas naturais como a peste negra e outras tenha menos frequência mundial.