Coronavírus: impactos da pandemia na economia
Enviada em 13/05/2020
Em 1929, o mundo passou por uma enorme crise econômica devido à superprodução de insumos e à queda da Bolsa de Valores dos EUA. Analogamente, atualmente, o globo terrestre sofre com a pandemia do coronavírus que impacta diretamente na economia mundial e gera graves problemas, como a paralisação das atividades econômicas e a diminuição do poder aquisitivo das pessoas.
Nesse contexto, em primeira análise, muitos setores financeiros não estão funcionando. Isso acontece, pois, frente à pandemia do COVID-19, muitas empresas e inúmeros comércios cessaram suas atividades para evitar a disseminação do vírus e manter o bem-estar de todos os funcionários. No entanto, essa atitude de interromper as atividades econômicas está gerando grandes especulações a respeito de uma possível recessão e, de acordo com o Fundo Monetário Internacional, existe uma projeção que 80% dos países vão apresentar um recuo das práticas econômicas, o que é muito grave. Ademais, em segunda análise, os indivíduos estão tendo o seu poder de compra reduzido. Esse fato acontece porque, muitas das vezes, o poder aquisitivo das pessoas depende somente do seu emprego e, no cenário atual, grande parcela dos indivíduos está ficando desempregada, tendo, dessa forma, um baixo ou nenhum poder para comprar mercadorias e insumos. Assim, segundo o Ministério da Economia, entre março e a primeira quinzena de abril de 2020 houve um aumento de 150 mil desempregados no Brasil e esse valor corresponde a parcela das pessoas que tem mais dificuldades para comprar, o que é preocupante.
Portanto, tendo em vista os aspectos abordados sobre a paralisação das atividades da economia e a diminuição do poder aquisitivo das pessoas, é preciso que medidas sejam tomadas. Cabe a Organização das Nações Unidas estimular as empresas e comerciantes a aderirem o comércio virtual por intermédio de campanhas publicitárias nas redes socias para que, assim, as atividades funcionem em meio a pandemia e os países não entrem em recessão. Além disso, é necessário que o Fundo Monetário Internacional ajude os países a cederem auxílios aos indivíduos mais vulneráveis por meio de concessões monetárias pontuais e temporárias que serão avaliadas de acordo com a calamidade de cada país para que, dessa forma, todos os indivíduos tenham poder de compra e se contornem os impactos da pandemia.